Leitura pra guardar na bagagem e no coração

Mas que tarefa difícil foi essa que eu escolhi, hein? Último texto d’O Bagageiro. Então mais do que a dica de hoje, tu poderás também acompanhar a aventura que é dizer adeus a um dos projetos mais legais que eu já tive oportunidade de participar. Mas continua lendo pra descobrir se eu consigo terminar esse texto sem chorar.

Além de ser o último texto (ai, meu deus, uma lágrima), o post de hoje é ainda mais especial porque eu finalmente fiquei com uma das editorias que eu mais gosto: hoje é dia de Pra Ler.

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Athol Fugard: prazer em conhecê-lo

Livros, peças, um filme, um Oscar, uma família de escritores, outras inúmeras premiações e muito, muito talento. O segundo e último Pra Ler da África do Sul vai dar uma passeada também pelo Pra Ver e eu, que já me considero uma humilde fã, te apresento o multiuso Athol Fugard e te mostro algumas dicas pra esse domingo e fim de ano preguiçosos. 

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Athol Fugard: o mil e uma utilidades

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Nobres ganhadores do Nobel

E eis que eu finalmente vim falar de literatura pra vocês. Como o Caio já falou no começo da semana, o nosso país da vez tem 11 línguas oficiais, o que significa uma literatura rhyca e variada (e a gente se batendo com um único português nesse meu Brasil, inclusive TCC, mas vamos continuar falando de coisas boas, não é mesmo?).

Por hoje, te apresento os trabalhos e um pouquinho da história de Nadine Gordimer e J.M. Coetzee, os dois sul africanos ganhadores do Nobel de Literatura.

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Sobre best-sellers e vida conturbada.

Último dia na Irlanda… ~chorando~ A Irlanda sempre foi um país que tive vontade de conhecer, talvez seja porque há tantos castelos, porque tem muitos ruivos lindos, porque parece ser tão aconchegante, mais barata que a Inglaterra ou vai ver que é só porque Game of Thrones é gravada lá e eu já me imagino caminhando pelas ruas irlandesas e encontrando o Robb Lindo Stark passeando livremente ou, ainda o John Snow e é óbvio que eu não perderia minha chance de falar:

Mas sonhos à parte, vamos falar do Pra Ler de hoje que me conquistou, porque os dois autores têm uma história de vida meio trágica, sabe? Ok, isso pode não ser exatamente legal, mas é que isso me deixou meio instigada a pesquisar sobre eles e querer lê-los mais ainda.

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Sobre fantasia e leituras…

Antes de mais nada gostaria de explicar como vão ser os posts do Pra Ler da Irlanda. Bom, eles têm muitos autores SUPER LEGAIS! Então, tive muitos problemas em me decidir sobre quais escrever, afinal, não queria deixar nada de fora pra vocês. Por eu ser indecisa demais, não conseguia escolher, então decidi fazer uma das coisas que sei fazer de melhor: LISTINHA! Não se engane pensando que sou organizada, eu só faço listas pra me enganar e fingir que estou me tornando mais organizada. Também tenho problemas em fazer TOP’s, porque nunca sei dizer qual é melhor….MAS ENFIM… Vamos explorar um pouquinho da Irlanda?

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Sobre premiações, polêmicas e canadenses de coração ou nascimento

Depois de duas semanas batendo altos papos sobre o Canadá, já deu pra perceber que tem muitas coisas ainda a serem descobertas sobre o país. Na música, no cinema, e na literatura também, têm um monte de talentos que você conhece mas não sabia que eram filhos e filhas (mesmo que de coração) do gigante gentil. Como aqui n’O Bagageiro a gente não curte mal entendidos, trazemos mais uma lista de canadenses para serem amados, agora na literatura. Uma homenagem mais do que especial para o país que viveu um momento super honroso na área há apenas alguns meses. Já sabe o que foi? Não? Então, sigam-me os bons!

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Scott Pilgrim: pra ler, pra ver, pra ouvir e pra curtir

Uma história sobre um mocinho que é apaixonado por uma mocinha e combate vilões para ficar com ela. Mais uma publicação qualquer nas prateleiras, certo? Não mesmo! Scott Pilgrim derruba todas as suas expectativas em uma única página. Para justificar o quanto é legal eu poderia apenas dizer que é uma série de graphic novels o que já é motivo suficiente,vamos combinar, mas aí vem o enredo como um belo “Finish him!”. Scott  é um cara de 23 anos preguiçoso e (diz que) baixista da banda independente Sex Bob-Omb. Tinha uma vida bem comum, morando com seu colega de quarto gay, Wallace, aguentando a irmã mais nova e a namorada (estudante de ensino médio) Knives, e ensaiando com sua banda. Até a chegada da americana Ramona Flowers, por quem Scott se apaixona perdidamente. Tudo ok, não fossem os sete ex-namorados do mal da moça que estão dispostos a destruir essa relação. Tudo isso tendo como cenário…(adivinha?!) a cidade de Toronto, no Canadá. Que os jogos comecem (não, não esses jogos que você está pensando)!

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