Sobre premiações, polêmicas e canadenses de coração ou nascimento

Depois de duas semanas batendo altos papos sobre o Canadá, já deu pra perceber que tem muitas coisas ainda a serem descobertas sobre o país. Na música, no cinema, e na literatura também, têm um monte de talentos que você conhece mas não sabia que eram filhos e filhas (mesmo que de coração) do gigante gentil. Como aqui n’O Bagageiro a gente não curte mal entendidos, trazemos mais uma lista de canadenses para serem amados, agora na literatura. Uma homenagem mais do que especial para o país que viveu um momento super honroso na área há apenas alguns meses. Já sabe o que foi? Não? Então, sigam-me os bons!

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Heath Ledger: mais uma razão pra você amar a Austrália

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Um ator para agradar vários gêneros, gostos e idades, e sim, um filho da pátria australiana, Heath Ledger foi um dos atores mais marcantes da primeira década do século 21. Nascido em 1979, em Perth, Heath cresceu sonhando com a carreira artística. Começou atuando na televisão australiana em séries e filmes como Clowning Around (1922), Sweat (1996) e Blackrock (1997). Mas foi em 1998 que ele decidiu se aventurar pelos Estados Unidos e mostrar ao mundo seu talento. Em 1999 ele chegou derretendo corações como Patrick Verona de 10 coisas que eu odeio em você. Dos filmes teen para os polêmicos sucessos de bilheteria, Heath Ledger passou de novato promissor para sucesso de crítica como Ennis Del Mar, em O segredo de Brokeback Mountain (2005), filme que lhe rendeu as primeiras indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro como melhor ator (além do prêmio de Melhor Beijo no MTV Movie Awards 2005, com o parceiro de cena Jake Gyllenhaal). No set do filme, Ledger conheceu também a atriz Michelle Williams, que se tornaria mãe de sua filha Matilda Ledger, nascida também em 2005. Continuar lendo

Tudo ou nada sobre o Gustavo

Gustavo Aguiar é um garoto que gostava de juntar brinquedos e coisas velhas pra criar algo novo, que gostava de customizar roupas e objetos do seu próprio jeito, que gostava de ler fantasia infantil e noir escritos no período pós-guerra, ele cresce e decide estudar jornalismo pra escrever sobre ~t~u~d~o. Ele é viciado em diversidades culturais e vive em favor de novidades, é um felino predador, um caçador de cultura. RAW!

RAW!

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