Não aprendi dizer adeus, mas tenho que aceiERROR

A LUZ! ELA ESTÁ ME PUXANDO! O FIM SE APROXIMA!

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Ok, (faz respiração cachorrinho) mantendo a calma agora. A gente sabia que esse dia chegaria, mas não dá pra evitar esse ~gostinho de quero mais~ que fica. O Bagageiro está chegando ao fim, e para não deixar arrependimentos para trás nós demos a volta ao mundo e voltamos à nossa terrinha, o Brasil. E vocês estão prontos para o que vem por aí hoje, crianças? Estamos, capitão! Eu não ouvi direito. Estamos, capitão! Hoje é dia de Pra Sentir, galera! E nós vamos ter dois mochileiros falando um pouco sobre as suas experiências em terra brasilis, mais especificamente, nesse país que se chama Pará. Continuar lendo

Nos palcos da África do Sul

Esquece o musical do Rei Leão e todo o seu Hakuna Matata. O Pra Começar de ontem falou sobre a miscigenação na África do Sul e é claro que o teatro não poderia mostrar o contrário. Mas a história mostra que não foi tão simples chegar nesse estágio. Hoje a gente conta um pouco das lutas do teatro africano e as conquistas dessa arte que foi meio de afirmação cultural no país. Então, por favor, celulares no silencioso, que as cortinas irão se abrir em 3… 2… 1…

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O real (e surreal) Bang Bang Club

Como as Amandas abalaram as estruturas desse blog nas últimas duas semanas, eu e o Renan resolvemos mostrar que a gente também trabalha em equipe. Por isso, hoje vamos falar sobre um time de fotojornalistas polêmicos que marcaram a história da fotografia de conflito no nosso país da semana, e acabaram conhecidos como o Bang Bang Club. Eu acho que já deu tempo de você verem o filme, né? Eu particularmente não considero spoiler quando a história é real, porque isso é notícia (u.u), mas de qualquer forma fica um aviso: SPOILER ALERT!

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Kodaline: os novinhos pops da Irlanda

Hoje eu resolvi abrir meu coração, assim como o Caio fez no primeiro Pra Vestir, e dizer que escrever o Pra Ouvir das últimas duas semanas tem sido um pouco desafiador. Não só porque eu não me sinto dominadora o suficiente do tema música, mas porque (fora U2 e Enya) minha proximidade maior com a música (e a dança) irlandesa foi um vídeo motivacional de sapateado irlandês que a orientadora do meu antigo colégio passou quando eu estava no ensino médio.

Daí eu chorei, esperneei e fiz a dança das pautas para decidir o que falar pra vocês sobre música irlandesa, afinal (como eu disse no post anterior), a música é uma das principais expressões culturais da Irlanda, portanto a responsabilidade é grande. Fiquei em um eterno dilema até decidir o post de hoje, mas cheguei a uma conclusão, e hoje a gente vai falar sobre uma banda irlandesa que anda se popularizando em diversos países e que me hipnotizou pela última semana: a Kodaline. Continuar lendo

Música irlandesa: o Bono, a Enya e o Rouge

Música na Irlanda é papo sério. Não é a toa que o símbolo oficial do país é um instrumento musical: a harpa (sim, aquela na logo da cerveja Guinness). Diferente da Austrália e do Canadá, que são famosos pela mistura de culturas diferentes, a Irlanda tem uma tradição muito forte e a música é o maior expoente disso, principalmente quando vemos a importância que os caras dão à música tradicional do país. Por isso hoje o papo vai ser sobre a música irlandesa, os muitos gêneros que reproduzem uma cultura. Eu acho inclusive, que algumas dessas canções são bem familiares pra você. Confere com a gente!

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Fãs na Coreia: uma linha tênue entre amor e ódio

Quando eu comecei a me envolver nesse submundo de cultura coreana, aegyo, kpop e tudo mais, uma das coisas que mais me intrigou (e intriga até hoje) é a relação entre fãs e artistas na Coreia. Peculiar não seria uma palavra boa o suficiente pra explicar como essas coisas funcionam por lá. Acha estranho quem faz cosplay dos mangás preferidos? Pensa que uma pessoa que gasta fortunas no sabre de luz mais da hora está completamente insano? Então prepare-se porque a coisa vai começar a ficar realmente séria. Para o bem ou para o mal, o nível de devoção de fãs e anti-fãs (os haters coreanos) é ninja, e eu vou te mostrar por quê.

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Qual é a resposta certa, Lombardi?

“É Coreia do Sul, Silvio!”

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Coreia, ôe!

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Sim, chegou a hora que eu esperei ansiosamente, com todos os gifs pré-selecionados de falar da terra do PSY! Com vocês: 대한민국! ~todos aplaudem~. Então, apesar dos olhos puxados, a Coreia do Sul tem muitas diferenças em relação ao Japão e outros países asiáticos e a missão aqui n’O Bagageiro nessas duas semanas é mostrar essas diferenças (e algumas semelhanças também, por que não?). Então abra sua mente e suas asas, solte suas feras, e venha desembarcar sem preconceitos na Coreia (vale lembrar que a gente pode acabar se referindo só pelo primeiro nome aqui, porque, sabe como é, amizade e tals… mas não esqueçam que estamos falando da irmãzinha do Sul).

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Sobre premiações, polêmicas e canadenses de coração ou nascimento

Depois de duas semanas batendo altos papos sobre o Canadá, já deu pra perceber que tem muitas coisas ainda a serem descobertas sobre o país. Na música, no cinema, e na literatura também, têm um monte de talentos que você conhece mas não sabia que eram filhos e filhas (mesmo que de coração) do gigante gentil. Como aqui n’O Bagageiro a gente não curte mal entendidos, trazemos mais uma lista de canadenses para serem amados, agora na literatura. Uma homenagem mais do que especial para o país que viveu um momento super honroso na área há apenas alguns meses. Já sabe o que foi? Não? Então, sigam-me os bons!

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Scott Pilgrim: pra ler, pra ver, pra ouvir e pra curtir

Uma história sobre um mocinho que é apaixonado por uma mocinha e combate vilões para ficar com ela. Mais uma publicação qualquer nas prateleiras, certo? Não mesmo! Scott Pilgrim derruba todas as suas expectativas em uma única página. Para justificar o quanto é legal eu poderia apenas dizer que é uma série de graphic novels o que já é motivo suficiente,vamos combinar, mas aí vem o enredo como um belo “Finish him!”. Scott  é um cara de 23 anos preguiçoso e (diz que) baixista da banda independente Sex Bob-Omb. Tinha uma vida bem comum, morando com seu colega de quarto gay, Wallace, aguentando a irmã mais nova e a namorada (estudante de ensino médio) Knives, e ensaiando com sua banda. Até a chegada da americana Ramona Flowers, por quem Scott se apaixona perdidamente. Tudo ok, não fossem os sete ex-namorados do mal da moça que estão dispostos a destruir essa relação. Tudo isso tendo como cenário…(adivinha?!) a cidade de Toronto, no Canadá. Que os jogos comecem (não, não esses jogos que você está pensando)!

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Heath Ledger: mais uma razão pra você amar a Austrália

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Um ator para agradar vários gêneros, gostos e idades, e sim, um filho da pátria australiana, Heath Ledger foi um dos atores mais marcantes da primeira década do século 21. Nascido em 1979, em Perth, Heath cresceu sonhando com a carreira artística. Começou atuando na televisão australiana em séries e filmes como Clowning Around (1922), Sweat (1996) e Blackrock (1997). Mas foi em 1998 que ele decidiu se aventurar pelos Estados Unidos e mostrar ao mundo seu talento. Em 1999 ele chegou derretendo corações como Patrick Verona de 10 coisas que eu odeio em você. Dos filmes teen para os polêmicos sucessos de bilheteria, Heath Ledger passou de novato promissor para sucesso de crítica como Ennis Del Mar, em O segredo de Brokeback Mountain (2005), filme que lhe rendeu as primeiras indicações ao Oscar e ao Globo de Ouro como melhor ator (além do prêmio de Melhor Beijo no MTV Movie Awards 2005, com o parceiro de cena Jake Gyllenhaal). No set do filme, Ledger conheceu também a atriz Michelle Williams, que se tornaria mãe de sua filha Matilda Ledger, nascida também em 2005. Continuar lendo